No final de 2008, alguns especialistas em economia tinham a convicção de que a crise financeira mundial teve seu estopim aceso por causa da crise imobiliária. Eles alegavam que a crise imobiliária se deu por conta dos longos prazos das hipotecas de imóveis associados a altas taxas de juros, diminuindo assim a procura pelo mercado e consequentemente o preço dos imóveis. Com isso os fundos de investimento que financiavam estes imóveis despencou e a maioria destes fundos tinham por trás empresários do mundo todo, gerando assim o caos que afetou o “globo econômico”.
Eu particularmente acho que a crise econômica atual revela a fragilidade de um sistema financeiro excessivamente otimista e extremamente especulativo. Não se pode gerar uma base econômica sólida e eficaz com propaganda e marketing. Os grandes países detentores das matrizes de multinacionais, para mim, são os grandes causadores desta crise. Estas “hyper” empresas e bancos, apoiados pelos seus governos, sugam o máximo de recurso de um determinado local e quando esses recursos não são mais rentáveis, além de especular, elas migram para outros países levando consigo todo o capital e o lucro. São como pragas: exploram, infestam e absorvem todo o potencial do país ou setor hospedeiro. Elas criam suas próprias leis e tomam decisões unilaterais que acabam prejudicando todo o sistema. A sociedade acaba se rendendo aos cuidados de grandes corporações, pois o Estado não cumpre com seu papel. A privatização de uma nação, de um Estado Soberano, deve ser inaceitável (deveria), pois ela coloca na mão de um empresário capitalista o poder necessário para transformar o cidadão em um escravo operário. Estas ainda conseguem (compram) o apoio do Governo (Governantes como o Ex Presidente Fernando Henrique Cardoso) que aparentemente não vêem saída: De um lado, a sociedade fragilizada com tantas mudanças em sua condição socioeconômica e do outro as grandes empresas enfrentando dificuldades insustentáveis galgadas por elas mesmas.
Faz-se necessário a intervenção do Estado para que estas grandes corporações sigam regras de conduta moral, social e econômica. No Brasil, a economia só não sofre mais porque o país ainda consegue manter certo controle do setor industrial e econômico. Não há como não sofrermos as consequencias de medidas descabidas como a liberdade TOTAL das empresas no gerenciamento das bolsas de valores sem que hajam leis, regras e fiscalização do Estado para que estas consigam se sustentar e efetivamente contribuir para o crescimento econômico regulado e não (pouco) especulativo.
Ontem estava navegando em minha conta no Youtube e levei um susto ao me deparar com o número de acessos que um vídeo de minha produção original obteve: Mais de 340 Mil acessos ou mais da metade da população da cidade de Uberlândia. Este número, somado com o número de acessos do segundo vídeo que produzi no segmento, ultrapassou a casa de 370 Mil visualizações.
Bom, como não gostei de nenhuma das camisetas apresentadas pela turma, resolvi desenvolver uma.





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